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28/11/2016 | Tempo de leitura: 4 minutos

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p class=data-da-edicaoimg class=alignnone wp-image-3200 src=https://www.legnetbrasil.com.br/wp-content/uploads/2016/11/amazonia1.jpg alt=Desmatamento width=539 height=252 />

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h1 class=entry-titleMultas por desmatamento chegam quase a R$ 1 bilhão no Pará/h1
h2Devastação da Amazônia cresceu 8% este ano, mas o governo ainda não divulgou os dados oficiais./h2
As multas por causa do desmatamento chegaram a quase R$ 1 bilhão só no estado no Pará. A derrubada da Amazônia cresceu 8% este ano. Só que o governo ainda não divulgou os dados oficiais.

O último ronco da motosserra não foi o último barulho na serraria. Agentes do Ibama e da a class=premium-tip href=https://g1.globo.com/tudo-sobre/policia-federal/Polícia Federal/a demoliram os galpões e levaram as máquinas. Foi a segunda vez que a serraria voltou a funcionar ilegalmente. Ela está embargada há dois anos.

Além desta, outras duas madeireiras foram desativadas no município de a class=premium-tip href=https://g1.globo.com/pa/para/cidade/baiao.htmlBaião/a. Juntas, as três empresas receberam 17 multas que somam quase R$ 10 milhões. Segundo as investigações, elas usavam madeira extraída ilegalmente de duas unidades de conservação que ficam próximas das serrarias.

“Lá estão as madeiras com diâmetro maior, com valor de mercado maior, algumas espécies que não se encontram mais em áreas particulares. Em razão disso, desperta a cobiça de alguns madeireiros ilegais”, disse o superintendente da Polícia Federal (PA), Ualame Machado.

Este ano, no Pará, o a class=premium-tip href=https://g1.globo.com/tudo-sobre/ibama/Ibama/a aplicou quase 1.600 multas contra produtores rurais e madeireiros. Entre os crimes ambientais estão a compra, a venda e o transporte de madeira ilegal. No município de Santa Barbara do Pará, na Região Metropolitana de Belém, os fiscais apreenderam duas balsas com 6 mil m³ de ipê e maçaranduba, que são espécies de alto valor comercial. O Ibama suspeita que toda essa madeira foi retirada sem autorização, desmatando uma área de floresta equivalente a mil campos de futebol.

O total de multas relacionadas ao desmatamento ilegal no Pará é de quase R$ 860 milhões. A estimativa é que menos de 10% desse valor foram pagos, mas segundo o Ibama, existem outras formas de atingir os infratores.

Essas ações sobre serrarias, sobre essas empresas madeireiras ilegais, que fomentam o desmatamento, são fundamentais para coibir e reduzir as taxas de desmatamento na Amazônia, afirmou o superintendente do Ibama no Pará, Luis Paulo Albarelli.

Segundo o Instituto Imazon, que monitora as derrubadas na Amazônia, o desmatamento este ano na região foi 8% maior que no ano passado. Pará, Mato Grosso e Amazonas foram os estados que mais desmataram.

O Governo Federal deve divulgar, nos próximos dias, os números oficiais do desmatamento na Amazônia este ano. O representante do Ministério do Meio Ambiente Everton Lucero também acredita que a derrubada pode ter sido maior do que em 2015.

“Nós passamos por uma crise política, uma crise econômica, e com dificuldades financeiras dos estados que tem um papel relevante também na fiscalização e isso nos preocupa, porque isso pode sinalizar uma retomada do desmatamento. Por outro lado, o ministro Sarney Filho já determinou o reposicionamento orçamentário dos órgãos de fiscalização, em particular o Ibama, para que, a partir de agora, nós tenhamos condições plenas de atuar para não permitir uma retomada do crescimento do desmatamento”, afirmou.

A Secretaria do Meio Ambiente do Pará disse que desconhece qualquer fato que tenha afetado a fiscalização contra o desmatamento e diz também que faz operações regularmente.

O Bom Dia Brasil não conseguiu contato com as serrarias multadas.

Há informações que o número de fiscais caiu vertiginosamente.

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Fonte – G1

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