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19/09/2016 | Tempo de leitura: ~1 minuto

img class=alignnone wp-image-3037 src=https://www.legnetbrasil.com.br/wp-content/uploads/2016/09/complexo_termeletrico_presidente_medici_3x2.jpg alt=resíduos perigosos – emissão atmosférica width=569 height=379 /

Brasília (14/09/2016) – O Ibama embargou nesta terça-feira (13/09) as atividades do Complexo Termelétrico Presidente Médici, em Candiota, no Rio Grande do Sul, e aplicou quatro multas, que totalizam de R$ 75,1 milhões, após identificar violações dos limites máximos de vazão de efluentes e das taxas de óleos e graxas, entre outras irregularidades.

O empreendimento, operado pela Companhia de Geração Térmica de Energia Elétrica (CGTEE), subsidiária da Eletrobras, também produziu emissões atmosféricas em desacordo com os padrões estabelecidos, deixou de entregar relatórios de monitoramento e descumpriu obrigações do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) que rege a operação das fases A e B da usina.

O embargo às atividades do complexo de Candiota, a mais antiga usina a carvão do país, será mantido até que seja comprovada a regularização dos sistemas de armazenamento e distribuição de óleo combustível pesado e dos dispositivos de controle ambiental associados.

O embargo foi necessário para evitar a continuidade de irregularidades que causam danos ao meio ambiente e à saúde da população, disse o superintendente do Ibama no Rio Grande do Sul, Kuriakin Humberto Toscan.

O empreendimento, que também é alvo de ação promovida pelo Ministério Público Federal (MPF), já havia sido multado em outras seis ocasiões pelo Ibama.

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